DANÇA DO VENTRE E DANÇA CIGANA

22/05/2007 16:23
SOB A PROTEÇÃO DA DEUSA ISIS, EGITO LÁ VAMOS NÓS!
A outra novidade é que eu vou para o Cairo em junho, para o Festival de Dança da Raqia Hassan. A Níjme e a Lucy também vão. Somos quinze dançarinas do ventre no grupo da Hayat El Elwa. Vamos concorrer no Festival, fazer cursos de folclore, de especialização em dança do ventre com grandes mestras. Além de andar de camelo, tirar muita foto, respirar a magia desta parte tão especial do mundo!
enviada por Wanda Regina



22/05/2007 16:14
SUCESSO !!!
Amigos ! A nossa parceria tem sido um sucesso.Estamos todos nos preparando para um grande evento: a nossa apresentação no fim do ano no Centro de Convenções de Peruíbe. Todas as nossas alunas, as minhas e as da Thais estão se dedicando e trabalhando muito para mostrar talento,trabalho e graça nesta apresentação.
Aguardem mais detalhes!




enviada por Wanda Regina



03/04/2007 12:44

NOVIDADES!!! MARAVILHOSA PARCERIA

Pessoal. Estamos muito felizes. A partir deste mês de março de 2007 nos associamos à bailarina e professora Thais Nogueira e á coreografa Christina numa parceria que promete ser muito frutífera para a área de dança em Peruíbe.Reunimos no mesmo espaço, na Av. Pe. Anchieta 4003-E as nossas modalidades de danças: Ventre, Cigana, Clássica, jazz, sapateado, dança de salão. É uma festa só: o espaço é bonito, agradável e confortável.Aguardem fotos e mais notícias. Um abraço a todos os amigos e amigas que acessam nosso Blig.
enviada por Wanda Regina



08/12/2006 16:12


Leque, doce sedução, o amor e o romance no ar...
enviada por Wanda Regina



08/12/2006 16:10



Um tablado em meio ao gramado e toda a exuberância da alegria cigana.
enviada por Wanda Regina



08/12/2006 16:06


Da esquerda para a direita:Francisca, Cristina, Lucy, Níjme, Marish, Susana, Martha, Wanda Regina.

enviada por Wanda Regina



08/12/2006 16:05
A tarde de sol convidava à alegria no Espaço Cultural Mataganza, Cotia-S.P.domingo, dia 3 de dezembro.Um lugar lindo, cheio de pessoas afáveis e educadas atendendo a todos com carinho. Foi a XV Festa Cigana em homenagem a Santa Sara Kali. Nós dançamos com o o corpo, coração e alma. Valeu a pena!
enviada por Wanda Regina



08/12/2006 01:01


O Véu que Encanta, a dança que nos envolve e possue, com emoção e alegria.Dançar...momento sublime
enviada por Wanda Regina



08/12/2006 00:53



enviada por Wanda Regina



07/12/2006 22:23
No Restaurante Al Mual, na Aclimação, dia 2 de dezembro celebramos a Dança do Ventre e a Amizade. Níjme, Marish, Natalinha, Tatiana, Cristina, Cristina Okuara,Monique,Claudia, Suely e eu,Wanda Regina, nos divertimos a valer.Dançamos, rimos,comemos.Valeu.



enviada por Wanda Regina



03/10/2006 12:41



enviada por Wanda Regina



02/10/2006 21:54

ARTIGOS PUBLICADOS NO JORNAL ANÁLISE DE PERUÍBE EM 2006

OS BENEFICIOS DA DANÇA - Parte I


Dançar: bom para todo mundo

Após a apresentação de Dança do Ventre, no encerramento da I Semana Cultural da Academia Peruíbense de Letras, no ano passado, observei uma garotinha de aproximadamente cinco anos executando muito bem um movimento chamado “oito vertical” que faz parte da coreografia que eu dancei. A mãe dela, filha de uma nossa confreira me disse: “Ela viu você fazer e está copiando! Para a criança tudo é mais fácil, o corpo é todo molinho”.
Pois é. As pessoas acham que é uma questão de corpo e não percebem que é uma questão muito mais mental. A não ser que a pessoa tenha uma real limitação física. O que a criança tem “molinha” é a mente. Não tem vergonha de copiar e executar um movimento que observa, não tem medo de errar e ser criticada ou de sentir sua auto-estima rebaixada. Não teme ser observada e alguém achar que ela é exibida.
O que realmente impede a pessoa de dançar são bloqueios psicológicos, sociais, timidez e tantos outros mais, da nossa complexidade humana.

Os bloqueios e a Cultura

E tem ainda os fatores culturais. O que se pode chamar de repressão histórica. Várias tradições religiosas incorporavam a dança aos seus rituais, como forma de oração, de homenagem aos deuses. Já a Igreja Católica, no período colonial brasileiro, proibiu que se dançasse nos adros dos templos. Na América espanhola, não obstante o predomínio da Igreja, a influência das antigas culturas ameríndias, que valorizavam as danças, deixou uma outra marca. Qualquer celebração deve incorporar danças. Dançam todos: crianças, velhos, mães com seus bebês acomodados em panos coloridos presos às costas.
Certa feita convidei uns amigos latinos para uma festa de aniversário. Às tantas eles me perguntaram: “Vocês não dançam? Festa é para dançar. Para beber e conversar a gente faz reuniões!”. Argumentei, meio sem graça, que nem todo mundo sabia dançar. Ficaram ainda mais perplexos: “Não aprenderam desde pequenininhos?”
Aprendemos a falar, a cantar mas não aprendemos, pelo menos não espontaneamente, a dançar. Daí os bloqueios a esse tipo de expressão tão fundamental e importante.
Aprender depois de adultos é mais difícil não porque “o corpo é duro” e sim porque os condicionamentos acumulados por toda a vida pesam e atrapalham na hora de aprender. Muita gente chega - timidamente – para aprender as modalidades de dança que eu ensino, com a mesma fala. “Vou tentar mas não sei se consigo dançar”. Quando os primeiros bloqueios caem por terra e as pessoas conseguem, os benefícios desta superação se espraiam por várias outras áreas da vida pessoal. É a alegria – se não for divertido e prazeroso, então, para que dançar? – que muitas vezes ajuda a eliminar depressões e até problemas físicos.
Os benefícios da dança, do ponto de vista psicossomático, são cada vez mais reconhecidos pelos terapeutas e pelos médicos. E os ganhos diretamente físicos são incontestáveis nesta época do controle remoto, do sedentarismo. A dança reúne benefícios aeróbicos e anaeróbicos. Movimento e uso dos grupos musculares que favorecem a agilidade, a postura e até a conservação dos ossos. E tudo isso com prazer, com muita música. Dança de salão, street dance, dança do ventre, dança folclórica, dança cigana, balé clássico, dança moderna, jazz: qualquer uma destas modalidades de dança, entre outras, está representada por bons profissionais na nossa cidade. Na hora de escolher um deles pesquise qual é a sua formação e se tem o necessário número do Departamento Regional do Trabalho, o chamado DRT.
Dance muito e acrescente muita saúde e alegria a sua vida.

Wanda Regina
É professora de Dança do Ventre, Dança Cigana e
Dançarina Profissional (DRT. N º 24857)


OS BENEFICIOS DA DANÇA – PARTE II

A Dança do Ventre

É importante que as pessoas procurem o tipo de dança mais de acordo com as suas necessidades corporais e emocionais. Para as mulheres são comprovadamente reconhecidos os benefícios de uma modalidade especifica: a dança do ventre. No universo cultural e folclórico árabe existem danças com participações masculinas mas a dança do ventre é um reduto exclusivo. Sua origem se perde no tempo, mas sabe-se que decorre dos mais antigos cultos à Mãe Terra, ligada aos rituais de fertilidade.
Os movimentos são sinuosos, ora suaves, ora enérgicos. As ondulações do ventre, em especial, massageiam e estimulam os órgãos internos da mulher, trazendo energia e bem-estar. Nos grandes eventos de dança do ventre tem-se observado cada vez mais bailarinas grávidas que dançam autorizadas e até estimuladas pelos seus obstetras. Não sobrecarrega articulações devido ao seu baixo impacto, contribui para a elasticidade, agilidade, coordenação motora.
No que diz respeito ao fator emocional, a lista de benefícios vai longe. Os trajes e adereços coloridos, cheios de brilhos, de detalhes delicados ajudam a mulher que pratica a dança do ventre a se sentir bonita, admirada, especial. O andar muda, torna-se mais leve, os movimentos das mãos ficam mais delicados e naturalmente elegantes, antes até da praticante dar-se conta. Independentemente de idade ou tipo de corpo. A orientação segura ajuda na escolha dos trajes mais adequados, dos vários pequenos detalhes para valorizar os pontos mais bonitos do corpo e do rosto. E velar os pontos menos favoráveis.
Além do mais, é muito divertido e lúdico. A mulher se projeta numa figura emblemática, mergulha num universo de fantasia. Neste “faz de conta que eu sou uma deusa” a mulher acaba realmente descobrindo o poder do feminino e esta descoberta beneficia vários outros aspectos da sua vida, principalmente o amoroso. É uma forma de brincar com tecidos coloridos, véus transparentes, tiaras, brincos, pulseiras, miçangas, contas multicoloridas. A alegria de compartilhar com outras mulheres as dicas e truques, como maquiar-se ou pentear-se para dançar. Vestir e usar objetos que o cotidiano não comporta, leva ao exercício da fantasia, da liberdade e da imaginação.
Algumas mulheres procuram a dança do ventre como realização pessoal, como diversão e exercício de feminilidade, limitando suas performances ao âmbito restrito da sua família, amigos, marido ou namorado. Outras gostam de participar de grupos de dança e de apresentar-se em público. Algumas descobrem uma vocação que pode levar até mesmo a uma carreira artística de sucesso.

Meninas: Dança do Ventre é tudo de bom!

Wanda Regina
É professora de Dança do Ventre, Dança Cigana e
Dançarina Profissional (DRT. N º 24857)


OS BENEFICIOS DA DANÇA – PARTE III

A DANÇA CIGANA

Noite de Lua Cheia, plena, revelando sob uma luz prateada os contornos da Mata Atlântica próxima, misteriosa. Uma grande fogueira, amigos, música, vinho. Então um grupo de dançarinas rodopia ao som de Alexandre Flores e Gipsy King, contagiando os presentes com a alegria e a beleza de Danças Ciganas. Algumas coreografadas com características flamencas, outras livres com influencias húngaras, polonesas, russas. Todas celebrando uma união de povos e culturas, que é a marca da Cultura Cigana.
O Povo Cigano ocupa um espaço importante no imaginário das pessoas pelo seu modo de vida livre, quase sempre nômade, pelo contato com a natureza, pela sua ligação com as artes divinatórias, pelas suas habilidades artísticas, principalmente a música e a dança. Originários provavelmente da Índia em tempos muito remotos e imprecisos os ciganos espalharam-se por todo o mundo. De cada região onde vivem eles absorvem os costumes e recebem influências. Contudo, ao contrário de outras correntes migratórias que assimilam e são absorvidos pelas culturas que os recebem, os ciganos mantêm uma língua própria e suas tradições culturais, seu modo de vida e estrutura familiar. Nesta troca cultural rica e variada nós recebemos deles principalmente as artes e especialmente a Dança Cigana.
Entre os ciganos dançam os homens e as mulheres, casados ou solteiros. Quando a dança acontece entre eles, em suas celebrações familiares ou grupais, em torno de uma fogueira, os movimentos da dança têm significados diferentes, valem como uma espécie de comunicação codificada e simbólica. Quando dançam como espetáculo, como vemos todos os anos nas praças da nossa cidade a intenção é mostrar graça e beleza artísticas.
As pessoas perguntam:- “Mas qual é a verdadeira dança cigana?” Felizmente essa é uma pergunta sem resposta porque a diversidade do folclore cigano é enriquecedora. Os ciganos ensinam as danças próprias dos seus grupos, os não ciganos fazem uma leitura artística dos vários enfoques e ainda acrescentam elementos da sua própria cultura. Naturalmente respeitando os princípios básicos da cultura cigana. Por exemplo: as mulheres usam roupas recatadas, que não obstantes serem rodadas, lindas, não expõem o corpo feminino de forma explicita, considerada ofensiva pelos ciganos. Mas usam os adornos, as cores vivas, tudo que faz da Dança Cigana uma modalidade de dança rica nos movimentos e variada no visual. Usam os movimentos das saias longas e rodadas, leques românticos, xales, flores, pandeiros coloridos. Os homens quando dançam demonstram força e energia de movimentos e naturalmente muita alegria.
A prática da Dança Cigana trás benefícios físicos para todas as idades. Algumas músicas são rápidas, beneficiando a atividade cardio-respiratória, outras são mais lentas, românticas, favorecendo a coordenação motora, despertando o prazer do movimento suave. É uma dança de palco: as apresentações públicas são muito apreciadas. Também de salão e de festas familiares, trazendo muita alegria e satisfação.
Podemos encontrar vários profissionais, ciganos e não ciganos capacitados para ministrar aulas de Dança Cigana em nossa cidade.
Além de todos os benefícios pessoais que as várias modalidades de danças podem trazer às pessoas considero muito importante o aspecto social. Dançar une e aproxima as pessoas: é a mais antiga forma de confraternização.
Já pensaram que maravilhoso se Peruíbe se tornasse um pólo de referencia em danças de todas as modalidades? Reunindo profissionais e praticantes? Festivais de Danças no Inverno e no Verão?
Quem sabe...as realidades sempre surgem de sonhos.

Wanda Regina Fiori é membro da Academia Peruíbense de Letras,
professora de Dança do Ventre, Dança Cigana e
Dançarina Profissional (DRT. N º 24857)

SITES INTERESSANTES


www.wandaregina.com.br
www.níjme.com.br
www.culturacigana@hotmail.com
www.orienteencantoemagia.com.br



enviada por Wanda Regina






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